Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

INFO-EXCLUÍDO!!!

Meus queridos leitores, desculpem-me por não ter postado nado nos dois últimos dias. Motivo: estou sem minha conexão de internet (by Velox) há dois dias em minha casa.

O mais legal de tudo isso: estou que nem um palhaço ligando há dois dias para o suporte da Velox, e fico mais de 30 minutos na linha sem ser atendido! Acho que nunca ninguém passou por isso, não é???? (rsrsrsrsrs)

Será que vai acontecer com o Velox o que aconteceu comigo na Net (vide posts anteriores)??? Aguardem novidades.

Mas, de antemão, sinto que está crescendo o meu narizinho de palhaço...

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

VADE RETRO SATANÁS!!!




Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

HOJE É O DIA MUNDIAL DO ROCK!




Para comemorar o Dia Mundial do Rock, eis um vídeo inspirador para os meus queridos leitores fãs de uma guitarra, de um blues e do som rasgado que inspira gerações após gerações de adoradores incondicionais.

E, para tal, nada melhor que um vídeo que represente a atmosfera que cerca o rock' n'roll. Mais do que isso, impossível! Não deixem de conferir!


Existe coisa melhor do que isso???
God Gave Rock And Roll To You!!!!

Cheers!!!!!!!

Domingo, 12 de Julho de 2009

FIFA PROÍBE PROSELITISMO RELIGIOSO EM CAMPO

Todos viram na televisão o show de proselitismo religioso que os jogadores da nossa seleção de futebol deram ao final da partida contra os Estados Unidos, na final da Copa das Confederações. Findo o jogo, a "rodinha" de oração foi televisionada com destaque para o mundo todo. Até aí tudo bem, pois todos tem o direito de professar a sua fé e manifestá-la publicamente - desde que não se ofenda a liberdade de opinião das outras pessoas.

Entretanto, quando a seleção subiu ao pódio montado na tribuna de honra do estádio em Johannesburgo, o que se viu foi uma parcela significativa de jogadores envergando camisas que propagandeavam a sua fé religiosa. Em minha humilde opinião, fé é uma questão de crença pessoal, e a liberdade de expressão individual é um direito inalienável do indivíduo. Porém, manifestações de proselitismo religioso acabam "contaminando" um espetáculo de natureza ecumênica que é o esporte, onde povos de diferentes nações, valores, etnias e crenças religiosas se congraçam em torno de uma disputa esportiva. E logo o futebol, de longe o esporte mais transcultural e com maior audiência no mundo inteiro...

Desculpem os meus leitores cuja crença religiosa é sólida, mas não aprecio qualquer manifestação que possa depreciar outras crenças religiosas. Soa-me over, excessivo, desnecessário e deselegante. Imaginem, meus caros leitores, se o Egito obtivesse uma vitória que credenciasse o seu selecionado para a final? Certamente, todos os jogadores ajoelhar-se-iam em direção a Meca, na mais pura manifestação de sua fé islâmica. Agora, imaginem a nossa reação como ocidentais: "nossa, que horror!"; "tinham de ser fundamentalistas religiosos"; "esses caras são de outro mundo". E por aí vai...

Religião e esporte não se misturam, assim como a política e a religião. Volto a dizer, a crença religiosa deve ser professada na privacidade do lar e da família, ou então em espaços públicos e consagrados de expressão - tais como igrejas, templos, sinagogas, mesquitas, entre outros. Caso contrário, estaremos entrando no terreno perigoso do fundamentalismo religioso, que tanto nos espanta quando vemos imagens de explosões ou de atentatdos terroristas na televisão.

Não gosto de fundamentalismos de qualquer espécie, pois estes embutem atitudes excludentes, maniqueístas e discriocionárias. Além disso, negam o direito de existência ao outro, ao traçarem julgamentos de valor, suprimindo a emergência da alteridade. Definitivamente não gosto disso. E palmas para a Fifa por coibir atitudes deste tipo.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

FRASES AVULSAS...


"Só existem três tipo de empresas: as que fazem as coisas acontecerem, as que ficam observando o que acontece e as que ficam se perguntando o que aconteceu" (Philip Kotler).

"Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento e onde está o conhecimento que perdemos na informação?" (T.S. Elliot)

DICA DE CD - PAUL SHORTINO & JK NORTHRUP - "Back On Track"

Quando eu era jovem (bons tempos esses!), vivi a efervescência do heavy metal europeu e do hard rock norte-americano oitentista, uma das épocas mais interessantes do ponto de vista musical. O movimento do rock pesado era dividido - até então - em duas vertentes muito bem demarcadas: a européia, mais pesada e épica, influenciada por sons mais sombrios de bandas britânicas capitaneadas pelo Black Sabbath, e que geraram o movimento do NWOBH (New Wave of British Heavy Metal), onde despontaram bandas famosíssimas - como Iron Maiden e Def Leppard - e outras nem tão famosas assim - como Samsom, Saxon e Raven.

Do outro lado do Atlântico, especialmente na ensolarada Califórnia, o som pesado tomou um outro rumo, influenciado pelo glam rock, pelo rock de arena, com pitadas de blues e folk music. Bandas como Mötley Crüe, Dokken, Twisted Sister, Quiet Riot, Ratt, Warrant, Poison, Rough Cutt, Icon dentre inúmeras outras deram origem ao chamado movimento poser. Em linhas gerais: guitarras alucinadas, cabeludos com muito laquê e visual andrógino, clips repletos de carrões e mulheres lindíssimas com cara de "primas", tudo dentro da mais pura atitude do sex, drugs & rock'n'roll. Just for Fun!

No entanto, essa atitude descontraída e um tanto o quanto descompromissada levou muitos fãs de rock a desconsiderarem a qualidade de muitas dessas bandas. Por exemplo, o Dokken é uma das minhas bandas prediletas e que continua lançando discos até hoje, a despeito do fantástico guitarrista George Lynch não fazer mais parte do lineup da banda. A bem da verdade, tinha muita tranqueira de péssima qualidade, mas algumas bandas tinham um trabalho muito bom e consistente, e que foi desprezado por puro preconceito da galera que curtia um som mais pesado.

Nesse contexto, uma banda sempre chamou a minha atenção não apenas pela qualidade de seu som, mas também pelo seu vocalista. Paul Shotino, do Rough Cutt, em minha opinião é uma das melhores vozes que já surgiu no hard rock não apenas pela sua técnica vocal, mas também pelo aspecto inusitado de seu timbre rouco - algo pouco usual em um meio onde ou os vocalistas emitem falsetes agudíssimos à la Rob Halford, ou então grunhem como ogros no mais puro estilo gutural. Esse certamente não é o caso de Shortino, sempre com seu fraseado elegante, apoiado por uma puta banda de hard rock.

Infelizmente, o Rough Cutt não teve o sucesso de público e de crítica que merecia, apesar de dois belíssimos discos. Além disso, no final dos anos 1980, o grunge e a sonoridade punk daí oriunda começou a suplantar a hegemonia do hard rock, substituindo os "cabeludos" e os clips com mulheres pelo visual desgrenhado, camisas de flanela e uma atitude depressiva e suicida.

(Apenas um parêntesis: antes que me entendam mal, gosto muito de bandas grunge como Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam).

Com o fim do Rough Cutt, Paul Shortino passou pelo Quiet Riot e iniciou a sua carreira solo. Infelizmente, também não conseguiu atingir o reconhecimento necessário. No entanto, com a internet, há a possibilidade de resgatar os seus trabalhos e, para os fãs de hard rock, vale muito a pena escutar a voz de Shortino tanto no Rough Cutt e no Quiet Riot quanto em sua carreira-solo.

Estou escrevendo este post enquanto escuto nos fones do meu iPod, a todo volume, o disco que ele fez com o virtuoso guitarrista JK Northrup, figurinha fácil no rock americano dos anos 1980 e 1990. Back On Track, lançado em 1993, é um clássico do hard rock oitentista, um dos mais poderosos exemplares desse estilo que tanto eu gosto, e que é parte significativa dos meus arquivos de música que me acompanham o tempo inteiro. Estão lá todos os elementos clássicos desse estilo: riffs de guitarra poderosíssimos, solos velozes e virtuosos, com uma "cozinha" baixo-bateria pesada sem ser excessiva, dando vazão a bela voz de Paul Shortino.

Back On Track abre com a "pancada" When There Is Smoke, uma melodia agradabilíssima para os ouvidos ávidos por um hard rock de verdade. A sonoridade bluesy vem com a faixa seguinte, Body and Soul, uma maravilha de som! O peso corre solto em faixas como Bye-Bye To Love, Rough Life, The Kid Is Back In Town (fantástica!), Pieces (excelente!) e a "bluesada" Girls Like You. Ainda tem espaço para baladas como Forgotten Child, Remember Me e Everybody Can Fly. Em suma, é ouvir até cansar (como se isso fosse possível)!!!

O disco conta com a paticipação de vários artistas convidados, como os bateristas James Kottak e Carmine Appice e os baixistas Jeff Pilson, Matt Bisonette e Sean McNebb. Um time de primeira qualidade!

Enfim, mil palavras não descrevem a sonoridade desse disco. É um item obrigatório na coleção de qualquer aficcionado por som pesado! Se os meus queridos leitores gostam desse tipo de som, não fiquem aí parados e tratem de buscar na internet esse disco. Garanto que vai agradar em cheio os amantes da música pesada, como esse Escriba que vos fala.

CRISE ATINGE O ANDAR DE CIMA DA PIRÂMIDE

Estudo recente realizado pelo pesquisador Marcelo Neri, da FGV, mostrou que a crise econômica atingiu de maneira diferenciada a pirâmide de renda brasileira. Nesse caso, o impacto apurado foi muito maior nos segmentos mais ricos em comparação aos estratos menos favorecidos localizados na base da pirâmide.

Segundo a pesquisa, de janeiro a abril desse ano a renda média individual dos integrantes das classes A e B, habitantes das seis principais regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Algre, Belo Horizonte, Salvador e Recife), caiu 8,7% em comparação ao mesmo período apurado em 2008 - de R$ 2.637 para R$ 2.407. Vale lembrar que, já em 2008, a renda desses mesmos indivíduos caiu cerca de 7,01% em comparação aos números de 2007.

Em compensação, a classe C - que vem sofrendo o maior impacto desde o início da crise no segundo semestre do ano passado - vem apresentando uma recuperação animadora. A renda média dos indivíduos dessa classe subiu 3,9% entre janeiro e abril desse ano, em comparação aos dados de 2008 - de R$ 625 para R$ 649. Em 2008, a classe C já apresentava um aumento da renda média individual de cerca de 6,12%.

A explicação para este impacto diferenciado é clara: a renda das classes A e B é mais dependente dos setores mais internacionalizados - portanto, mais sensíveis à crise - da economia brasileira, enquanto que a renda da classe C é mais dependente das condições do mercado interno, menos afetado pelos acontecimentos mais recentes. A crise afetou mais os empregos vinculados aos setores industrial e financeiro, onde se encontram a maior parcela dos empregos dos segmentos mais privilegiados da pirâmide de renda. Em contrapartida, os rendimentos da classe C estão atrelados ao salário mínimo, que vem sofrendo reajustes significativos acima da inflação, o que explica em grande parte este fenômeno de "blindagem" da renda contra a crise econômica global.